CASAMENTO

Se algum dia você encontrar alguém
que te faça sorrir
que faça você se sentir bem e à vontade
que faça seu coração apertar de saudade
que faça você esquecer sua idade...
Se algum dia você encontrar alguém
que tenha nos olhos um brilho reluzente
que chame sua atenção e ilumine também os olhos seus,
que partilhe das mesmas idéias, sonhos e ideais...
Se esse alguém não for exatamente o seu tipo
mas mesmo assim você sentir algo sufocando
e um desejo incontrolável
de beijar e abraçar esse alguém repentinamente tomá-lo
não deixe que ele desapareça,
e a cada instante diga o quanto ele é importante,
o quanto ele faz você feliz...
Se algum dia encontrar esse alguém
e ele disser que te ama
e você sentir o mesmo
não deixe de dizer
não deixe que nada te atrapalhe
e espalhe ao mundo que você, por isso, é feliz!
Se algum dia você encontrar alguém
que queira dividir a cama, a casa, a vida,
não pense: diga sim!
E se algum dia a saudade apertar
não tenha medo de telefonar,
e de dizer que sofre
por não poder estar ao seu lado neste instante...
Se um dia você encontrar alguém
qu seja amigo
que esteja e sempre queira estar contigo
case-se com ele, tenha um casal de filhos
plante uma árvore, plante uma vida
a sua vida, a vida de vocês dois.
E quando algo der errado
suas mãos estarão estendidas uma à outra
e nos momentos mais difíceis se erguerão
(na alegria e na doença, na riqueza e na pobreza).
Começará, então, a cosntrução do sonho de ambos
com dois pares de olhos fixos no mesmo horizonte
abrindo portas, janelas,
construindo pondes de um novo tempo
o seu tempo, o tempo de vocês...

(Por Carlos Eduardo Nunes e Fabiana Pires da Costa Lima)

UMA PROVA DE QUE O AMOR A TUDO SOBREVIVE!!!

Amor além

...cansado de ser desprezado ele deixou de procurá-la! Resolveu que ela não mais faria parte de seu mundo, mundo sofrido e solitário. Afinal, não era a primeira vez que se sentia trocado, deixado de lado pela vida.

Sentou-se embaixo de uma árvore, à beira do lago e deixou-se desmanchar ali, onde nunca ele a veria novamente. Seu problema era ser um romântico incurável. Da última vez jurou mudar, não mais se entregar e nem mesmo demonstrar seus sentimentos. Mas não deu: estava tudo à flor da pele. Bastava lembrar de um simples riso para que tudo recomeçasse! Pensava consigo como poderia ser tão bobo, tão...nem havia palavras para descrever sua decepção. Pensou estar enlouquecendo e deixou-se ficar ali por horas sem pensar em nada, apenas chorando sem parar. Quando a noite já chegava resolveu levantar e encarar o mundo. Não era fácil, mas era preciso.

Já em casa, tudo o levava de volta àquele momento em que fizeram amor pela primeira vez. Tudo fora em vão...ela não mais voltaria. Notou que a casa estava vazia, como se nenhum móvel estivesse mais no mesmo lugar. A comida não era boa e a música já não mais o agradava. Aquele perfume maravilhoso permanecia vivo em suas narinas. Era difícil, mas teria de se acostumar com aquilo. Era um fato imutável, com o qual teria que se acostumar. Adormeceu e na manhã seguinte, abatido, ele acordou e foi até ela: ela ficava linda naquele porta-retrato! Foi então que percebeu que seus destinos tinham se cumprido...e que, apesar da morte, o amor os uniria para sempre, dentro de seu coração...

Oi gente! Espero que agora não tenha mais problemas....o weblogger tava dando uma problemada, então resolvi mudar pra cá! Queria (e consegui) também um template mais simples, sem muito "gueri-gueri"....rs...

Por enquanto é só! Ah...........NÃO ESQUEÇAM DE DIZER O QUE ACHARAM DA MINHA CASA NOVA!!!

TEXTO POSTADO EM 21/04/2004

Hoje escrevi um texto que gostei muito, por isso resolvi postá-lo. Espero que gostem!
NÃO ESQUEÇAM DE DEIXAR OS COMENTÁRIOS!
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Redescobrindo a vida

Abriu os olhos devagar. Tentou não pensar em nada naquele momento, mas não dava, algo lhe dizia que aquele seria um grande dia! Sentou-se na cama ainda preguiçosa e deixou-se relaxar ali, no escuro, por alguns minutos. Levantou-se e abriu as cortinas vagarosamente. Era um sábado ensolarado, de céu azul. Foi até o banheiro e lavou o rosto na água fria, olhando-se no espelho e admirando seu rosto alvo. Não era nenhuma beldade, mas sabia que era bonita. Uma beleza simples, dessas que se encontra todo dia. Penteou levemente os cabelos castanhos. Era incrível como, hoje, gostava de si. Olhou no relógio e apressou-se em vestir. Vestiu seu jeans favorito, calçou um tênis macio e a básica camiseta branca. Não havia ninguém em casa. Achou estranho, mas tomou seu café tranqüila. Algo a incomodava, mas não sabia o que era. Estava com uma sensação estranha...
Saiu de casa apressada e foi à faculdade e leu a notícia: acabava de ser reprovada. Não acreditou no que tinha lido. REPROVADA. Com todas as letras maiúsculas. E agora? O que faria? Durante anos sonhou com o dia em que subiria ao palanque para receber seu diploma. Agora teria que esperar mais um ano...
Dirigiu-se ao parque da cidade, onde poderia ficar sozinha. Lá chegando, sentou-se na beira do lago e deixou-se ficar. Estava angustiada, decepcionada consigo mesma. Tinha certeza de que seria aprovada; tentava de todas as formas encontrar uma desculpa, mas ela não existia. Como deixara aquilo acontecer? Depois de algum tempo olhou para o outro lado do lago e viu um rapaz – devia ter uns 28 anos – que chorava sem parar. Ficou tentando imaginar o que teria acontecido para ele chorar daquela forma. Deixou-se ficar ali, olhando-o, por meia hora. Era um choro de desespero. O que poderia ser pior que ser reprovada em seu curso? Resolveu aproximar-se, mas o rapaz nem notou sua presença, então agachou na frente dele e perguntou-se o que poderia estar acontecendo, ao mesmo tempo em que o rapaz olhou-a com os olhos vermelhos e inchados e abraçou-a. Ele não sabia o que dizer, ela era uma estranha. Os dois ficaram ali a manhã toda e quando ele se acalmou ela resolveu apresentar-se:
- Sou Taís!
- Sou Maurício – disse ele.
Ela sorriu e passou a mão pelo rosto dele, enxugando suas lágrimas. Não sabia se deveria perguntar o que tinha acontecido. Achou melhor não. Ele abraçou-a novamente e pediu seu telefone.
Chegando em casa Taís assustou-se. Seus pais a esperavam ansiosos e tensos. Contou-lhes que tinha sido reprovada e eles olharam-na com desaprovação. Ela disse que estava cansada demais e que precisava dormir. Tomou um longo banho e vestiu seu confortável pijama. Deitou-se mas não conseguia dormir. Não conseguia parar de pensar naquele rapaz. Ficou imaginando o que poderia ter acontecido a ele. Estava entusiasmada e resolveu que o diploma poderia esperar, mas não a vida. Por cinco longos anos deixou de sair, de fazer amigos, de namorar, de dançar, de divertir-se, tudo para estudar. E se ela morresse agora, ali? De que valeria toda sua vida? Para que serviria tudo o que aprendeu? Só agora ela conseguia ver as coisas de um modo diferente. Lembrou-se do professor de filosofia que dizia em todas as aulas “Carpe Diem”, a quem ela nunca escutou. Pensou em todas as coisas que deixara de fazer, as vezes em que não saiu, os rapazes que não paquerou. Tinha vinte e dois anos e nenhum namorado. Já havia ficado com alguns rapazes, mas nenhum namoro sério. Ainda era virgem, o que achava absurdo! Adormeceu pensando naquele rapaz...
No dia seguinte acordou e ficou em casa: era domingo. Seus pais saíram para visitar seus avós, mas ela preferiu ficar em casa.
Taís era uma garota – mulher – de cabelos longos e castanhos, olhos da mesma cor. A pele branca dava destaque aos lábios carnudos e vermelhos. Era de estatura média e não era gorda, mas também não era magra: uma pessoa comum.
Ligou o rádio e deitou no sofá, foi quando o telefone tocou. Deixou tocar muitas vezes, até resolver atender. Do outro lado da linha uma voz desconhecida:
- Alô, quem fala?
- Taís, respondeu.
- Oi, sou eu, Maurício...será que poderia ir até sua casa, agora?
- Claro, anote o endereço...
Desligou o telefone e foi para o seu quarto correndo. Abriu o guarda-roupa e procurou algo para vestir. Trocou o pijama por um moletom confortável e resolveu esperá-lo no jardim de sua casa. Depois de vinte minutos Maurício chegou, meio abatido, mas com um sorriso no rosto. Preocupada com ele, perguntou se estava tudo bem. Ele respondeu dizendo que sim. Ela convidou-o a entrar, mas ele preferiu ficar ali, sentado no banco do jardim. Ele não dizia nada, apenas a olhava como se nada mais existisse. Encabulada, ela riu.
- Preciso de alguém pra conversar. Você é muito atenciosa e vim agradecê-la pelo que fez por mim ontem – disse ele.
- Eu? Não fiz nada que outra pessoa não faria...
Ele riu, pensando que nenhuma outra criatura no universo seria tão carinhosa quanto ela. Ela era doce ao mesmo tempo em que era firme. Ele gostava disso!
CONTINUA NO POST ABAIXO!!!

CONTINUAÇÃO...

Conversaram durante horas sobre suas vidas. Ele contou que era cantor e que tocava em bares e restaurantes para sobreviver. Ela contou que cursava letras, inclusive tinha acabado de saber que tinha sido reprovada em seu último ano. Ele riu da situação, fazendo-a descontrair. Antes de ir embora ele perguntou se ela não gostaria de vê-lo tocar, hoje, num barzinho que havia ali perto. Disse que tocaria à partir das nove da noite e que ele gostaria muito que ela fosse. Ela riu mas não prometeu nada. Ele beijou-a levemente no rosto e despediu-se.
A noite chegou e ela estava arrumada: colocou um vestido preto simples, mas ficava lindo nela! Pintou os olhos e coloriu os lábios. Calçou sandálias de saltos médios e avisou seus pais que chegaria mais tarde aquela noite. Quando chegou ao bar, por volta das dez horas, tomou uma mesa de onde dava pra ver perfeitamente Maurício cantando. Pediu uma taça de vinho e, sozinha, divertiu-se muito. Meia noite outro músico chegou para tocar. Maurício desceu do palco aplaudido e foi direto para sua mesa. Taís já estava corada, efeito do álcool. Maurício sentou-se em sua frente e perguntou o que tinha achado. Ela disse que adorou e que há muito tempo não se divertia tanto. Ele riu e disse que ela estava linda, afastando-se por um momento. Taís notou, pela primeira vez, como ele era belo. Todas as mulheres daquele restaurante desejavam-no. Ele tinha os cabelos negros e os olhos castanhos, meio esverdeados. Sua pele, muito branca, dava destaque aos olhos. Mas não era nada daquilo que o fazia ser tão notado. Ele era atraente, charmoso, sensual. Tinha uma autoconfiança que não se via em qualquer um, e aquilo atraía as pessoas – e as mulheres! Maurício voltou com duas taças de vinho e sentou-se ao lado dela. Há muito tempo ela não sentia um homem tão próximo dela. Ele olhou-a nos olhos e disse que nunca tinha visto uma mulher tão bela em toda sua vida. Taís, envergonhada, riu e agradeceu, desviando o olhar. Percebendo sua timidez, Maurício abraçou-a e disse-lhe que relaxasse. Ela, que já estava meio alterada por culpa do álcool, riu. Saíram de lá por volta das três horas e ele convidou-a a dar uma volta, para tomar uma última taça de vinho e ela, num impulso, aceitou. Entraram no carro, saindo sem destino. Taís já estava com um pouco de sono e durante o caminho cochilou. Maurício não cansava de admirá-la. Parou o carro na frente de um prédio e tocou carinhosamente os cabelos dela. Ela acordou e riu, lembrando-se de onde estava. Perguntou onde estavam e ele respondeu que iriam para o seu apartamento. Subiram e Taís foi ao banheiro. Deixou aquela sensação de dúvida tomá-la. O que fazer? O que aconteceria? Estava tensa com a situação. Molhou as bochechas e enxugou-as. Saiu do banheiro e sentou-se no sofá, onde Maurício a esperava com uma garrafa de vinho. Tomou num gole só sua taça de vinho e riu, enquanto Maurício pensava que havia se apaixonado por ela no primeiro instante em que a viu. Ela era tão doce, tão meiga, tão maravilhosa...
Sem dizer nada ela abraçou-o, sentindo o calor do corpo dele. Ele acarinhou seus cabelos e riu. Descontraíram tomando vinho e conversando. Taís adormeceu ali, a seu lado. Taís acordou e viu que Maurício tinha preparado o café da manhã. Tomaram o café em silêncio. Taís ficou admirando a vista da sacada, e depois deitou-se na cama, esperando Maurício sair do banho e adormeceu novamente. Maurício saiu do banheiro e resolveu deitar na outra ponta da cama dormindo também. Taís acordou e ficou olhando aquele rapaz lindo, dormindo ao seu lado, e não resistiu. Beijou-o levemente. Maurício acordou e também beijou-a. Deixou-se envolver por ele e beijaram-se por longo tempo. Maurício olhou-a e sorriu. Taís, olhando em seus olhos descobriu seu corpo. Maurício tocou levemente seus ombros, beijando-a com desejo. Ela nunca havia sentido nada parecido. Era como se algo dentro dela fosse explodir! Descobriu o corpo do rapaz e, pela primeira vez, tocou-o. Nunca tinha se sentido tão à vontade com alguém. Era como se já se conhecessem há muito tempo. Não sentia vergonha de ficar nua em sua frente. Beijou-o loucamente e deitou-o na cama. Beijou seus lábios, suas orelhas, seu pescoço. Beijou seu peito e sua barriga. Pela primeira vez sentiu um desejo que jamais sonhara sentir. Ela entregava-se totalmente. Jamais, em toda sua vida, Maurício tinha visto uma mulher entregar-se de tal forma. Sentia um desejo louco por ela, que não sabia explicar. Ela era linda. Sua pele clara era macia e cheirosa. Beijar seu corpo causava nele uma reação indescritível. Ele estava no céu, como jamais estivera antes. Ela beijava-o incansavelmente, chegando – enfim – ao auge do prazer. Ali ficaram, exaustos de tanto amar. Maurício adormeceu e Taís levantou, vestiu-se e foi embora.
Já em sua casa, pensou em tudo o que tinha feito: isso sim era viver! Deitou em sua cama satisfeita. Finalmente descobrira o amor. Antes de dormir, perguntou-se se Maurício seria seu homem para sempre. Queria que fosse, mas mesmo que isso não acontecesse, o amor que sentia por ele e aquele momento que acabaram de viver valeria toda sua vida. Adormecendo, viu que sua vida, enfim, acabava de começar. Estava nascendo para uma nova vida, uma vida vivida integralmente, em todos os momentos...

Obs: escrito antigo!

Oi pessoal!

Desculpem a demora...é que ando meio atarefada com os preparativos do meu casamento! Gostaria de poder escrever diariamente, mas por enquanto não dá.

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O amor é coisa incerta, sem jeito, sem solução. Nos deixa naufragados num mar de felicidade, mesmo quando sofremos. É ele que nos faz acordar todos os dias. É o refúgio, a razão do viver. É alvo de críticas e elogios. Mas, ao final, o que é o amor?

Amar é dar-se a outro todos os dias. É querer sorrir quando uma lágrima teima em rolar. É rebelar-se, ser egoísta - mas sempre voltar atrás. Ele é humilde, é simples. O amor não complica. Nos dá dias de surpresas, boas e ruins. O amor não é algo que se sente: é algo que se faz!

Se você ama, mostre! Grite bem alto, pra todos ouvirem. Sorria, diga obrigado, seja gentil! Diga ao ser amado o quanto ele é importante pra você. Pode ser sua mãe, seu pai, esposo, esposa, filhos, cachorro. Diga! Todos os dias, sempre que sentir vontade.

O amor sobrevive a todas as tempestades.

Amar faz bem para a pele, para o cabelo, para o ambiente, para a saúde, enfim, para todos os males o amor é a cura.

AME! SEMPRE. E VOCÊ VERÁ QUE, ENTÃO, SUA VIDA TERÁ SENTIDO, APESAR DE TUDO!

Obs: escrito antigo!

Enquanto durmo

Folhas caem.
Pessoas andam
e gritam
e rezam
e choram...
A brisa do mar suavisa
toda dor que insiste em vazar
pelos olhos negros.
O mar leva os devaneios
de alguém que, um dia,
ousou sonhar.
Um grito
um sussurro
uma lágrima
um silêncio:
um ato qualquer pode salvar!

Beijos foram com o vento
e risos vieram com o sol.
O sonho é real.
Os dias são reais.
A vida, enfim, é real.

Obs: escrito antigo!

Oi gente! Desculpem os dias sem postar nada....é que minha vida anda tão corrida ultimamente...

Estava conversando com uns amigos hoje, sobre Fé e coisas do tipo. Eles ficaram meio "bravos" comigo....e me chamaram de "cética"! Pode uma coisa dessas???!! Acontece que eu disse que não adianta uma pessoa não comer carne na sexta-feira santa (entre outras coisas) e não praticar o bem. Os católicos acabam guardando dias santos e indo à missa, entre outras coisas, para "ganhar" o Céu e eu (é o que EU penso, ok?!) disse que não sou cética, acredito em Deus e sou católica, mas que eu acredito mesmo, de verdade, é no amor e no bem. Se você ama (independente de acreditar ou não em algo) você é bom, faz o bem sem interesse algum. Não adianta fazer uma barganha: "eu sou generosa com você e Deus vai me dar o céu por isso". O amor é uma coisa boa, desinteressada, sem luxo, arrogância ou qualquer tipo de egoísmo. É o pai de todos os bons sentimentos. É por isso que eu amo e faço o possível pra amar a tudo e a todos.....embora às vezes seja difícil....rs...
Essa semana alguém de quem gosto muito perdeu o pai.
E foi pra essa pessoa que escrevi:

Por quê?

Pensar no deserto
e não no mar...
Na saudade
e não no abraço...
No grito
e não no sorriso...
Na dor
e não no saber...
Nas tragédias
e não na vitória...
No choro
e não na alegria...
Na noite
e não no dia...
Na sexta
e não na segunda....

Por que
pensar na morte
e não na vida,
na nova vida?!

Obs: escrito antigo!

Estou eufórica hoje!!!
Sabe aqueles dias em que você percebe que está conseguindo pôr em prática todas as mudanças que você tinha prometido pra sua vida? Então......estou exercitando o poema "Mude" - do autor Edson Marques (quem quiser visitar o blog do autor é só usar o link ao lado). Estou vivendo a vida em cada momento!

Hoje acordei feliz. O dia estava ensolarado, mas não foi isso o que me fez acordar (acordar para a vida!). Aconteceu que uma noite dessas tive um sonho, digamos, diferente. Neste sonho um guia me mostrava pessoas doentes, pessoas deprimidas, pessoas com fome, crianças sem família, meninos de rua se drogando...era sofrimento que não acabava mais. Então acordei, no meio da madrugada, frustrada. Afinal, por que existe tanta injustiça no mundo? Por que pessoas sofrem tanto enquanto outras são tão felizes? Perdi algum tempo do meu sono pensando sobre isso e logo adormeci. Meus dias têm sido difíceis ultimamente, e por isso, sem perceber, acabei deixando meu bom humor de lado. Coincidentemente tive dores de cabeça horríveis sem saber o motivo. Tudo ficou difícil e amargo na minha vida, de repente. Foi então que hoje (ontem, no caso!) acordei com uma felicidade esplendorosa, inexplicável! E foi então que descobri porque tantas pessoas são felizes apesar da miséria, das dificuldades e toda as desgraças: o humor faz milagres! Acordei rindo sozinha, cantando, pensando em coisas boas! Faz umas duas semanas que estou conseguindo pôr em prática o "projeto" de me exercitar diariamente, de ter um minuto para mim e de ser feliz. E estou muito contente com isso! Resolvi, então, postar um trecho do poema "Mude", que fez milagres com minha vida!
Aí vai:

"...Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda! "

Seja feliz!!!! Carpe Diem!!!

Obs: escrito antigo!

Boa noite pessoal!
Hoje estive pensando: a vida da gente é uma árvore, ou como as folhas de uma árvore. A árvore cresce numa terra boa, adubada. Ela recebe sol, vento, água. Cresce forte e bonita. A primavera chega e ela se enche de flores ou frutos, mas depois o verão se vai e chega o outono....parece que tudo fica confuso, meio triste! Pelo menos eu fico meio triste...e foi então que comecei a perceber a beleza do ciclo da vida! As folhas ficam secas e caem. Elas estão mortas, não é? Não! Elas estão mais vivas do que nunca! É, isso aí! Vivas!
Uma folha se solta dos galhos de uma árvore. Cai pesada, já vivida. Poderia ser pisada, para que ficasse mais morta ainda! rs..... Mas não! Um leve vento toca a folha delicadamente e faz com que ande, levando consigo o som de uma nova estação. O verão se foi....e o outono vem chegando, preparando-nos para o inverno. Amigos, antes achava o outono uma estação triste, mórbida. Que erro o meu! É, sem sombra de dúvida, a estação mais bonita! Mas voltando ao destino da folha......o vento vai carregando a folha até que algumas delas se encontram e vão formando um monte. A terra vai sendo alimentada por elas, que mesmo depois de mortas continuam vivas! O outono vai, o inverno vai e então chega a primavera. E aquelas folhinhas mortas, para as quais nem dávamos atenção se transformam num belo jardim! Ou numa bela árvore! É isso mesmo. É graças as folhas secas que muitas árvores e muitos jardins se sustentam........e é assim com nossas vidas, todos os dias: caímos - ou somos derrubados, machucamos - ou somos machucados, morremos - ou somos mortos. Sim! Mortos! Morremos por dentro, no coração, na mente. Mas então nos damos conta que o vento começa a nos levar para longe. E tudo começa novamente....
E esse é o ciclo da vida!
E viva o Outono!!!! (colocaria aqui a imagem de uma folha seca, mas o weblogger está com um "problema técnico" nesta seção! rs....)

Espero que gostem do texto!
Escrevi com muito carinho.....
Beijos!!!!!!

PS: não esqueçam de comentar! É muito importante pra mim!

Obs: escrito antigo!

Bom dia!
Hoje estou meio decepcionada comigo...mas tenho certeza que assim que passar o "vendaval"eu farei tudo para virar a mesa. Infelizmente não tenho tido muito tempo pra ler meus mails.....
Aqui vai a esperança de um novo dia!
Beijos.....

UM NOVO CAMINHO

Pelos caminhos eu vou
calma
um passo de cada vez!
Pelos caminhos...
Estou aprendendo
um novo caminhar,
me preparando
para seguir o caminho tão sonhado!
Sei que não é fácil
andar por novos caminhos
mas o tempo é justo
e um aliado muito equilibrado.
Meu caminho faço eu,
e quem quiser
siga comigo!

Obs: escrito antigo!

Boa Tarde!!!
Estou meio de saco cheio, então resolvi escrever....
Às vezes temos que suportar certas situações por causa do pão de cada dia, né?! rs.....
Bem, hoje recebi um texto que achei interessante......é meio grande, por isso resolvi apenas citar um pedaço, para aqueles que gostam de ler boas coisas!

"Depois de algum tempo aprendemos que o tempo não é algo que possa voltar atrás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E aprendemos que realmente podemos suportar... que realmente somos fortes, e que podemos ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que nós temos valor diante da vida!"

Willian Shakespeare

Obs: escrito antigo!

Do poema "Desejos" de Carlos Eduardo Nunes (Fragmentos Poéticos).
Ele traduz tudo o que sinto neste momento...

Desejo;
que uma mentira repetida várias vezes não se torne verdade
que meu coração perdoe quem mentiu para mim
que eu resista à tentação de mentir para alguém.

Obs: escrito antigo!

Esta é especial!

PÉTALAS DE POESIA

Perdidos estamos
Sempre
Andando por caminhos
Então, ao acaso.

Perdidos estaremos
Quando
Percorrermos os alvos caminhos
Que levarão ao jardim das pétalas
De poesia
De amor
De nossos corpos!

Perdidos ficaremos
Assim
Nos braços quentes
Um do outro,
Entregues ao afago
E ao doce toque
Dos lábios!

Obs: escrito antigo!

Oi! Aí vai uma poesia sobre meu "momento" (estou às vésperas de casar!)!
Essa é pra vc, Fefê!
Amo vc!

LAÇO ETERNO

Os olhos se encontrando
Um sorriso
Uma palavra
O toque das mãos
O riso
O encontro dos lábios:
Cúmplices do amor!

Mãos que caminham
No percurso secreto
Onde curvas brancas
Mostram-se ainda mais delicadas.

O abraço
O beijo
O toque
O carinho do olhar!

Felizes vão,
Ao encontro um do outro:
A união - afinal!




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